Por: Emir Sader. http://www.cartamaior.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=1&post_id=582
10 coisas que devemos fazer para garantir a derrota do Serra (e a vitória da Dilma)
1. Contar a verdade: dizer o que foi o governo FHC e o que é o governo Lula
2. Contar a verdade: dizer o que foi o papel do Serra no governo FHC e sua passagem como trampolim pela prefeitura e pelo governo do Estado de São Paulo.
3. Contar a verdade: desfazer todas as calúnias e mentiras que a campanha do Serra espalha sobre a Dilma.
4. Contar a verdade sobre quem é a coligação que está com Serra e que gostaria de assaltar de novo o Estado brasileiro.
5. Contar a verdade: dizer o que foram as privatizações – maior escândalo da história brasileira, em que o BNDES saneava, com dinheiro público, empresas estatais e depois vendia, a preço de banana, com crédito subsidiado, a grandes empresas privadas.
6. Contar a verdade: como disse FHC, Serra foi o mais entusiasta adepto da privatização da Vale do Rio Doce, empresa líder do seu setor, vendida a preço de batata, que hoje vale centenas de vezes mais.
7. Contar a verdade: o governo FHC-Serra mudou o nome da Petrobrás para tentar privatizá-la.
8. Contar a verdade: o governo FHC-Serra foi um governo dos ricos e contra os pobres, aumentou a desigualdade social no Brasil, deixou a maior parte dos trabalhadores sem contrato de trabalho, elevou o desemprego e baixou o poder aquisitivo dos salários.
9. Contar a verdade: Serra se aliou ao que de pior tem a sociedade brasileira, dos ruralistas aos setores mais conservadores da igreja Católica e de igrejas evangélicas, passando pelo DEM e pelos banqueiros.
10. Contar a verdade: Serra queria acabar com a política externa soberana do Brasil e voltar a nos tornar subservientes aos EUA
POR ESSAS E POR OUTRAS (...) DILMA PRESIDENTA DO BRASIL NO DIA 31 DE OUTUBRO(!)
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
quarta-feira, 3 de março de 2010
É o Dia da Marmota?
Quantas vezes já pisei nessas pedras?
Quantas vezes já pisei nessas pedras e olhei pra esse céu?
Quantas vezes já pisei nessas pedras, olhei pra esse céu e olhei pro topo desses prédios?
Quantas vezes já pisei nessas pedras, olhei pra esse céu, olhei pro topo desses prédios e pensei: “Quantas vezes já pisei nessas pedras, olhei pra esse céu, olhei pro topo desses prédios e pensei em quantas vezes já tinha feito isso tudo".
Quantas vezes já pisei nessas pedras e olhei pra esse céu?
Quantas vezes já pisei nessas pedras, olhei pra esse céu e olhei pro topo desses prédios?
Quantas vezes já pisei nessas pedras, olhei pra esse céu, olhei pro topo desses prédios e pensei: “Quantas vezes já pisei nessas pedras, olhei pra esse céu, olhei pro topo desses prédios e pensei em quantas vezes já tinha feito isso tudo".
sábado, 13 de fevereiro de 2010
Relembrado
Com Senador C preso e desacreditado.
Com Senhor F fraco e doente.
Com os Infantes A e O não mais os mesmos, o que em tese seria bom mas os deixa de fora da Guerra.
Com Tovarish V dando tudo o que tem para manter o funcionamento mínimo das coisas.
Quem impedirá o avanço do General B?
O Imperador I, que não é imperador por imperar sobre os demais, mas por ser considerado grande por todos os demais, oferece uma grande distração.
Ela é capaz de acalmar o combate, mas não de resolvê-lo.
O poder do Imperador I é imperativo ao bom funcionamento das coisas.
Ele pode resolver uma serie de problemas e conduzir a uma série de benesses.
Mas nesse confronto, só pode oferecer distração, para um rápido cessar fogo.
Mister U, tímido, mas com certo apoio do Tovarish V, pôde oferecer alguma resistência ao General B.
Usando em parte da filosofia do Senhor F, que ainda tinha força a despeito do próprio não mais ter, e dos conselhos bem apontados de Sir R.
L San, que quase nunca se ausenta, ajudou a dar direção aos esforços de Mister U, o também quase nunca ausente, Burocrata P, atrapalhou.
Dom J, por sua natureza, ora ajudava a Mister U, ora ajudava ao Burocrata P, a atrapalhar, ainda que nunca fosse sua intenção.
Dom J também esteve sempre presente e foi infligido de profundas cicatrizes no tumulto que se seguiu ao fim do reinado do Senador C, quando Dona S irrompeu insana.
Lady E aprovou esses esforços, trabalhou para que fossem expandidos o máximo possível, mas sozinha não pode fazer isso.
Assim Mister U refreou o avanço do General B, mas não o deteve.
A força do General B, alimentada por todas as circunstâncias, fez muitos tremerem.
Esses então desejaram o retorno do Senador C ao poder.
Mas outros pensam que se o General B finalmente prevalecer, ao menos haverá paz.
Alguns mudam de lado com freqüência.
Cada lado chama o outro de covarde.
Com Senhor F fraco e doente.
Com os Infantes A e O não mais os mesmos, o que em tese seria bom mas os deixa de fora da Guerra.
Com Tovarish V dando tudo o que tem para manter o funcionamento mínimo das coisas.
Quem impedirá o avanço do General B?
O Imperador I, que não é imperador por imperar sobre os demais, mas por ser considerado grande por todos os demais, oferece uma grande distração.
Ela é capaz de acalmar o combate, mas não de resolvê-lo.
O poder do Imperador I é imperativo ao bom funcionamento das coisas.
Ele pode resolver uma serie de problemas e conduzir a uma série de benesses.
Mas nesse confronto, só pode oferecer distração, para um rápido cessar fogo.
Mister U, tímido, mas com certo apoio do Tovarish V, pôde oferecer alguma resistência ao General B.
Usando em parte da filosofia do Senhor F, que ainda tinha força a despeito do próprio não mais ter, e dos conselhos bem apontados de Sir R.
L San, que quase nunca se ausenta, ajudou a dar direção aos esforços de Mister U, o também quase nunca ausente, Burocrata P, atrapalhou.
Dom J, por sua natureza, ora ajudava a Mister U, ora ajudava ao Burocrata P, a atrapalhar, ainda que nunca fosse sua intenção.
Dom J também esteve sempre presente e foi infligido de profundas cicatrizes no tumulto que se seguiu ao fim do reinado do Senador C, quando Dona S irrompeu insana.
Lady E aprovou esses esforços, trabalhou para que fossem expandidos o máximo possível, mas sozinha não pode fazer isso.
Assim Mister U refreou o avanço do General B, mas não o deteve.
A força do General B, alimentada por todas as circunstâncias, fez muitos tremerem.
Esses então desejaram o retorno do Senador C ao poder.
Mas outros pensam que se o General B finalmente prevalecer, ao menos haverá paz.
Alguns mudam de lado com freqüência.
Cada lado chama o outro de covarde.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Indagado
Por que as escolhas do Senador C foram sempre tão desastrosas?
Por que ele é tão persistente nelas?
Há muita especulação quanto a isso, muitas teorias, muitas variáveis, todas influenciadas umas pelas outras.
Tudo é baseado num sistema simples, com meia dúzia de mecanismos.
Mas esses mecanismos criam um todo complexo, sobreposto, em que as causas e os efeitos se tornam múltiplos, escapando ao entendimento.
Essa complicação da a tudo um ar sobrenatural, mas não existe magia só complicação.
O Elemento X é a complicação sobreposta.
Ele age de maneira misteriosa porque é a complicação sobreposta.
O Elemento X permeia o ser do Senador C.
Ele é o único que conhece seus motivos por inteiro.
Por que ele é tão persistente nelas?
Há muita especulação quanto a isso, muitas teorias, muitas variáveis, todas influenciadas umas pelas outras.
Tudo é baseado num sistema simples, com meia dúzia de mecanismos.
Mas esses mecanismos criam um todo complexo, sobreposto, em que as causas e os efeitos se tornam múltiplos, escapando ao entendimento.
Essa complicação da a tudo um ar sobrenatural, mas não existe magia só complicação.
O Elemento X é a complicação sobreposta.
Ele age de maneira misteriosa porque é a complicação sobreposta.
O Elemento X permeia o ser do Senador C.
Ele é o único que conhece seus motivos por inteiro.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Coroado
Os infantes A e O, são gêmeos.
Sempre estiveram juntos.
Tanto que por um bom tempo não sabiam se diferenciar.
Não sabiam onde um acabava e o outro começava.
Ainda que não de forma irrepreensível a força dos gêmeos ajudou que as engrenagens continuassem a rodar.
Enquanto Senador C estava em seu exílio.
A força deles era das mais importantes no combate ao General B.
Que só acumulou mais e mais poder com as escolhas equivocadas do Senador C.
O Senhor F, quando forte, quando o silêncio não o perturbava, quando os anos não se somavam, combatia o General B de igual para igual, não permitindo que reinasse.
Os gêmeos estavam com ele nessas batalhas.
Mas o Senhor F não é mais o mesmo e o General B só avança.
Então o Senador C retornou
Ainda mais poderoso, mais poderoso do que nunca, ninguém ainda chegou perto de igualar esse poder.
Ele assumiu o controle sob o protesto de alguns.
Os gêmeos ficaram com ele, mas mais atrapalharam do que ajudaram.
Esse reinado, após seu exílio, começou com uma serie de lutas, para uns importantes para outros risíveis.
Seu reino foi de mil duzentos e sessenta dias e terminou com sua prisão.
Sempre estiveram juntos.
Tanto que por um bom tempo não sabiam se diferenciar.
Não sabiam onde um acabava e o outro começava.
Ainda que não de forma irrepreensível a força dos gêmeos ajudou que as engrenagens continuassem a rodar.
Enquanto Senador C estava em seu exílio.
A força deles era das mais importantes no combate ao General B.
Que só acumulou mais e mais poder com as escolhas equivocadas do Senador C.
O Senhor F, quando forte, quando o silêncio não o perturbava, quando os anos não se somavam, combatia o General B de igual para igual, não permitindo que reinasse.
Os gêmeos estavam com ele nessas batalhas.
Mas o Senhor F não é mais o mesmo e o General B só avança.
Então o Senador C retornou
Ainda mais poderoso, mais poderoso do que nunca, ninguém ainda chegou perto de igualar esse poder.
Ele assumiu o controle sob o protesto de alguns.
Os gêmeos ficaram com ele, mas mais atrapalharam do que ajudaram.
Esse reinado, após seu exílio, começou com uma serie de lutas, para uns importantes para outros risíveis.
Seu reino foi de mil duzentos e sessenta dias e terminou com sua prisão.
domingo, 24 de janeiro de 2010
Substituído
Tovarish V a despeito de sua singular força tremeu ante tudo que passou a lhe caber.
Ele desejava conseguir sozinho, tinha força para chegar perto, mas perto não era o bastante.
Ele precisava de ajuda, ainda que não gostasse de admitir.
Foi quando o sempre presente Seu H levou-o a admitir.
Superando com sua voz, forte grave e constante, as vozes altivas dos filhos gêmeos de Tovarish V, que o incitavam a continuar sozinho.
Vários ofereceram seus serviços, os de alguns foram aceitos, os de outros rejeitados.
O até então sempre presente, e então mais forte, Senhor F tomou posição e sua ajuda foi providencial.
Juntos mantiveram ordem e relativa paz.
Contiveram Dona S, famosa por ser incontida. E que não para, vez outra, de pressionar.
Sir R, ajudou nisso, ainda que entendesse suas razões de Dona S.
Pelo mesmo motivo ele não podia ajudar a conter Herr T, contra quem Senhor F era mais forte, quando era mais forte.
Era um equilíbrio frágil, equilíbrio desequilibrado.
Mantinha as coisas funcionando, e era tudo o que conseguia fazer.
Ele desejava conseguir sozinho, tinha força para chegar perto, mas perto não era o bastante.
Ele precisava de ajuda, ainda que não gostasse de admitir.
Foi quando o sempre presente Seu H levou-o a admitir.
Superando com sua voz, forte grave e constante, as vozes altivas dos filhos gêmeos de Tovarish V, que o incitavam a continuar sozinho.
Vários ofereceram seus serviços, os de alguns foram aceitos, os de outros rejeitados.
O até então sempre presente, e então mais forte, Senhor F tomou posição e sua ajuda foi providencial.
Juntos mantiveram ordem e relativa paz.
Contiveram Dona S, famosa por ser incontida. E que não para, vez outra, de pressionar.
Sir R, ajudou nisso, ainda que entendesse suas razões de Dona S.
Pelo mesmo motivo ele não podia ajudar a conter Herr T, contra quem Senhor F era mais forte, quando era mais forte.
Era um equilíbrio frágil, equilíbrio desequilibrado.
Mantinha as coisas funcionando, e era tudo o que conseguia fazer.
domingo, 8 de novembro de 2009
Abandonado
Mademoiselle D acompanhou o Senador C em todos os seus rumos.
Ainda que tivesse seus próprios rumos.
Deu-lhes força e ímpeto mesmo após todos os fracassos.
Justamente após os fracassos manteve-se com tenaz firmeza.
Não tão tenaz quanto à do Senador C, de vontade pétrea.
Para o bem e para o mal, infelizmente mais para o mal, ou bem que traz males.
Para a virtude e para o vicio, infelizmente mais para o vicio, ou para a virtude que flerta com um vicio de inflexibilidade.
Por isso a ameaça de encarceramento também pairou sobre a cabeça de Mademoiselle D.
Voluntariamente ela velou o prisioneiro por tempo considerável, lado a lado, divididos pelas barras.
Depois passou a visitas constantes, que foram lentamente se tornando mais espaçadas no tempo.
Diárias, semanais, quinzenais.
Mas o ritmo não se mantinha e vez outra se invertia.
Quinzenais, semanais, diárias.
Porém o tempo de cada visita diminuía constantemente apesar de sua freqüência oscilatória.
Finalmente Mademoiselle D também reprovou os rumos do Senador C, como todos os demais.
Buscou novos rumos e se satisfez com eles, ainda que vez outra olhe com saudosismo os antigos rumos, o que lhe traz asco se seguido do mínimo de reflexão.
Ainda que tivesse seus próprios rumos.
Deu-lhes força e ímpeto mesmo após todos os fracassos.
Justamente após os fracassos manteve-se com tenaz firmeza.
Não tão tenaz quanto à do Senador C, de vontade pétrea.
Para o bem e para o mal, infelizmente mais para o mal, ou bem que traz males.
Para a virtude e para o vicio, infelizmente mais para o vicio, ou para a virtude que flerta com um vicio de inflexibilidade.
Por isso a ameaça de encarceramento também pairou sobre a cabeça de Mademoiselle D.
Voluntariamente ela velou o prisioneiro por tempo considerável, lado a lado, divididos pelas barras.
Depois passou a visitas constantes, que foram lentamente se tornando mais espaçadas no tempo.
Diárias, semanais, quinzenais.
Mas o ritmo não se mantinha e vez outra se invertia.
Quinzenais, semanais, diárias.
Porém o tempo de cada visita diminuía constantemente apesar de sua freqüência oscilatória.
Finalmente Mademoiselle D também reprovou os rumos do Senador C, como todos os demais.
Buscou novos rumos e se satisfez com eles, ainda que vez outra olhe com saudosismo os antigos rumos, o que lhe traz asco se seguido do mínimo de reflexão.
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